3 maneiras de reaproveitamento de resíduos industriais

Tratamento físico químico

24 de Fevereiro de 2012

 

A Opersan é especializada no tratamento e venda de análise para efluentes industriais e não industriais, o que possibilita atender empresas nos mais variados ramos de atividade. Além do descarte correto dos resíduos líquidos, é importante também reaproveitá-los. Um exemplo é a Tera Ambiental  que valoriza o lodo sanitário gerado na ETE Jundiaí, transformando-o em matéria-prima para a fabricação de fertilizante orgânico composto por meio de compostagem.

A reciclagem e reutilização de resíduos têm um impacto significativo e importância estratégica para a solução dos problemas ambientais atuais. Dessa forma, as empresas que destinam seus resíduos para reciclagem através da Opersan optam pela destinação correta desses materiais além de atenderem aspectos legais relativos à atividade e contribuição para redução da poluição da água, solo e ar. Neste artigo, citamos 3 maneiras que a Opersan reaproveita o material obtido dos seus clientes.

1) Tratamento físico-químico

Reaproveitando resíduos para combustível alternativo ou como agregados de matéria-prima.

Após o tratamento físico químico dos efluentes, a água tratada é encaminhado para a estação de tratamento de esgoto de Jundiaí (ETEJ), já os resíduos gerados são encaminhados para reciclagem e reutilização. Materiais sólidos contaminados, borras oleosas e lodo são enviados para co-processamento em cimenteiras, devidamente licenciadas. O reaproveitamento se dá como combustível alternativo nos fornos de cimento ou agregados como matéria-prima no próprio cimento. Já as bombonas e tambores são enviados para a descontaminação e reutilização em empresas licenciadas. Por último, os óleos residuais são armazenados e enviados para empresas devidamente licenciadas para realizar o re-refino, que permitirá o reaproveitamento do material.

2) Tratamento Biológico

Tratamento de resíduos fossas, caixa de gorduras, chorume e efluente biodegradáveis geram um fertilizante orgânico.

O tratamento biológico é feito em caixa de gordura, fossa séptica, chorume  e efluentes industriais biodegradáveis gerando um fertilizante orgânico.

3) Compostagem Orgânica

Reaproveitando restos de alimentos, bagaços em geral e produtos vencidos.

Resíduos orgânicos como restos de alimentos, bagaços em geral, produtos vencidos, cavaco de madeira, e materiais filtrantes de agroindústria, entre outros, podem passar pelo processo de compostagem e ser reaproveitados como adubo. Todo lodo de esgoto gerado no tratamento biológico também pode ser aproveitado na compostagem.

A mistura de materiais gera um fertilizante orgânico próprio para produtores de citros, eucaliptos, cana-de-açúcar, café, flores e outras plantas ornamentais. Sendo vetado em hortaliças, pastagens e capineiras, raízes e tubérculos.

Esse composto é denominado de fertilizante orgânico composto classe D, registrado no Ministério da Agricultura como produto de uso seguro na agricultura.

 

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