Poder público aumenta fiscalização de esgoto industrial

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7 de Março de 2013

 

Indústrias que se enquadram nas normas da Resolução 430 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) e do Decreto Estadual 8468, art. 19-A, mas não fazem o pré-tratamento de esgoto, podem ser autuadas por prefeituras e pelo serviço de água e esgoto das cidades que estão instaladas. O poder público está cada vez mais atuante em relação ao meio ambiente, como mostra esta reportagem sobre Indaiatuba, no estado de São Paulo.

A vistoria é intensa, pois os técnicos do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgotos) de Indaiatuba têm encontrado uma alta carga depoluentes, o que dificulta o tratamento de efluentes antes do descarte final. De acordo com o artigo 16 da mesma resolução, as indústrias precisam remover 60% da carga de DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio) de seus efluentes, antes de descartá-los na rede pública de coleta de esgoto.

Outro problema citado é o despejo clandestino de produto químico na rede de esgoto, o que interfere no desempenho das lagoas de tratamento biológico. É por isso que durante as fiscalizações, as prefeituras verificam a existência, prazo de validade e análise do Alvará de Funcionamento, Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, Licença de Operação da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) ou Licença de Operação do Município e o Cadri (Certificado de Aprovação para Destinação de Resíduos Industriais).

Os agentes fiscais também avaliam as condições de armazenamento e o destino final dos resíduos, além da existência de produtos controlados pela Polícia Civil, Polícia Federal, Exército e demais órgãos reguladores. 

A sua indústria está preparada para esse tipo de vistoria? Dependendo do tipo de efluente, é necessário fazer o tratamento físico-químico do efluente industrial, para estar de acordo com os parâmetros estipulados na lei. No entanto, nem sempre a empresa pode investir na construção de uma estação de tratamento. Para esses casos, a melhor alternativa é a terceirização, ou seja, o envio dos efluentes para uma empresa especialista no tratamento e descarte correto. A unidade de Jundiaí da Nova Opersan, por exemplo, faz o tratamento de efluente industrial físico-químico, no qual são removidas altas concentrações de metais pesados, fenóis, sulfatos, sulfetos, óleos e graxas, cianetos, etc. 

O tratamento físico-químico é indicado para efluentes de indústrias galvânicas, metalúrgicas, siderúrgicas, pigmentos, borrachas, gráficas, cabines de pintura, postos de gasolina,  etc. Mas como o tratamento de efluentes é algo complexo, os consultores da Nova Opersan estão a disposição para conversar com você e saber exatamente qual a sua necessidade.

Você pode ligar para o telefone (11) 3504-3249, mandar e-mail para tratamento@opersan.com.br ou clicar no botão abaixo.

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Imagem: Lagoa de aeração da ETE de Jundiaí

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