Norte e Nordeste registram piores condições em saneamento básico

Sistema BOT

23 de Outubro de 2013

As piores condições de saneamento básico no Brasil estão nas regiões Norte e do Nordeste, com estados como Pará, Amapá, Pernambuco e Maranhão. As dez piores cidades apontadas são Ananindeua (PA), Santarém (PA), Macapá (AP), Jaboatão dos Guararapes (PE), Belém (PA), Porto Velho (RO), Duque de Caxias (RJ), São Luís (MA), Teresina (PI) e Aparecida de Goiânia (GO).

O levantamento é do Instituto Trata Brasil, em parceria com a consultoria especializada GO Associados, e baseia-se em dados de 2011 – os mais recentes – do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SNIS), publicado pelo Ministério das Cidades.

O ranking considera o nível de cobertura, a melhora da cobertura e nível de eficiência dos serviços, com os percentuais de água tratada de cada município em relação à população, bem como de coleta e tratamento de esgoto. Quem quiser saber mais sobre a pesquisa pode clicar aqui. A pesquisa completa pode ser encontrada neste link.

Mas por que mostramos apenas os resultados negativos? Porque é neles que a nossa e a sua atenção devem ser voltadas. Jundiaí (SP), por exemplo, é a 2ª melhor cidade no país inteiro, segundo a pesquisa, e temos muito orgulho disso, pois é uma das cidades na qual a Nova Opersan possui uma Central de Tratamento Offsite (CTO), mas não basta apenas nos vangloriarmos disso.

A belíssima São Luís, capital do Maranhão, por exemplo, esconde algo grave: 82% da população tem abastecimento de água e 46%, coleta de esgoto. A realidade que os números representam são graves problemas ambientais e de saúde pública. Pesquisadores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) indicam a iminência de surtos de esquistossomose e hepatite A, pois as cinco praias são cidade estão contaminadas com altos níveis de coliformes fecais. Até mesmo a Lagoa do Jansen, um dos principais pontos turísticos, cercada de bares e restaurantes, exala mau-cheiro durante todo o dia.

A Região Metropolitana do Recife, maior aglomeração urbana do Nordeste, também sofre com a falta de saneamento. Conhecida como Veneza Brasileira, pela quantidade de rios e canais que cruzam seus bairros, Recife tem a maior parte dos cursos d’água poluída pela falta de coleta e tratamento de esgoto.

Mas algumas cidades estão buscando soluções: os estados da Bahia e Ceará, por exemplo, estudam o uso de tecnologias israelenses para tratamento de água, como estações móveis. Os estados também procuram alternativas para a escassez de água e pretendem trazer outra tecnologia de Israel para enfrentar a estiagem, conforme noticiou reportagem do jornal Folha de São Paulo. No Ceará, as iniciativas ainda esbarram na liberação de recursos federais.

 

Mas por que buscar soluções tão longe se podemos encontrá-las aqui ?

A Nova Opersan é uma empresa especializada em soluções ambientais para o tratamento de águas e efluentes e também oferece oportunidades de uma operação integrada para o tratamento de resíduos industriais e o reúso de água para o mercado corporativo nordestino. Inclusive, os executivos da empresa estiveram em Recife, em setembro, em um encontro com 60 empresários no JCPM Trade Center com uma palestra sobre a escassez de água no mundo. Se quiser conhecer o BOT, acesse TOP 10 motivos para considerar uma solução BOT de tratamento de água e efluentes.

Você conhece outras iniciativas que podem melhorar a situação do saneamento no Nordeste? Compartilhe conosco nos comentários.

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