Posted by
Opersan - on Fri, May 18, 2012 @ 09:54 AM
A revista Exame publicou em abril uma reportagem muito interessante apontando 6 tendências em negócios sustentáveis. As tendências surgiram de uma pesquisa da Ernst & Young, em parceria com o grupo GreenBiz, que entrevistou 272 executivos de empresas com faturamento acima de um bilhão de dólares em 24 setores, com o objetivo de mapear as principais iniciativas empresariais. Veja:
1 - Vantagem competitiva
Prestar contas das práticas ambientais em Relatórios de Sustentabilidade gera vantagem competitiva. As empresas já perceberam que investidores e acionistas estão de olho e valorizam isso. Segundo o estudo do GreenBiz, 66% das empresas pesquisadas disseram ter sentido maior interesse do mercado nessas publicações. Já uma pesquisa do site britânico CorporateRegister.com mostra que, em 2010, foram lançados 5.593 relatórios, em 1992 havia apenas 26 Relatórios de Sustentabilidade.
2 - Diretores financeiros estão mais engajados
A pesquisa da Ernst & Young mostra que os diretores financeiros estão mais envolvidos no processo dos relatórios de sustentabilidade pois estão vendo retornos, como a redução de custos operacionais, riscos de gestão e o aumento no interesse e engajamento dos acionistas.
Outra tendência é a integração dos relatórios empresariais, que incorpora as informações financeiras com dados socioambientais e de governança corporativa, no formato GRI (Global Reporting Initiative).
3 - Funcionários reforçam a ecotorcida
O estudo da Ernst & Young aponta os funcionários como figura-chave, sendo o segundo grupo que mais influencia as decisões “verdes” dentro das companhias, atrás apenas dos clientes e à frente dos acionistas, políticos e ONGs.
4 - Mudanças climáticas preocupam, mas são oportunidade
As questões climáticas estão na lista de preocupações estratégicas de muitas empresas: ¾ dos entrevistados disseram que têm metas de redução de emissões de gases efeito estufa e mais da metade admite reportá-las publicamente. Em mercados mais exigentes, medir a pegada de carbono já é um diferencial.
O uso de água também é outro motivo de preocupação. Segundo o estudo, 80% dos entrevistados acreditam que a gestão da água afetará os negócios nos próximos cinco anos, mas eles veem mais oportunidades do que riscos nesse processo.
5 - Atenção à dívida ecológica
76% dos entrevistados pela Ernst & Young temem que suas empresas sejam afetadas pela escassez de recursos naturais nos próximos cinco anos. Por isso é hora de se antecipar aos cenários mais difíceis investindo na otimização dos processos para reduzir a demanda e dependência desses recursos.
6 - Investimento na ‘reputação verde’
Todos os anos as empresas recebem pelo menos 300 ‘questionários verdes’ de clientes, grupos de investidores, ONGs, mídia, entre outras organizações, segundo dados do Greenbiz. Alguns resultam em rankings ou classificações e ainda abrem as portas para índices de ações de prestígio, como o Dow Jones Sustainability Index. Quem já tem o reconhecimento, tem de preservar a ‘reputação verde’. Já as empresas que ignoram essas tendências têm de apertar o passo para existir no futuro.
_______________________________________________________________________________________________
OPERSAN - Tratamento de Efluentes
Compromisso com o Meio Ambiente. A Opersan, localizada no Distrito Industrial de Jundiaí, é especializada no tratamento de efluentes industriais, definindo soluções personalizadas para cada necessidade do cliente.
A empresa tem se firmado no mercado pela qualidade de seu atendimento e o respeito aos clientes, oferecendo serviços com melhor custo/benefício e modernização contínua em suas operações. A Opersan coloca a disposição de seus clientes corpo técnico qualificado, instalações modernas e processos tecnológicos de ponta. Com duas plantas de tratamento complementares, oferece tratamento biológico e tratamento físico-químico, possibilitando atender empresas nos mais variados ramos de atividade.
Acreditada com a certificação ISO 14001, preocupa-se em traçar objetivos e metas que levem a economia de recursos naturais e energéticos, bem como a conscientização. Com isso, alcança a melhoria ambiental constantemente.
Imagem: wsa.wesleyan.edu
Posted by
Opersan - on Fri, May 11, 2012 @ 03:35 PM
Há quase dois anos a lei que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi promulgada no Brasil. Marco da gestão ambiental, a legislação é uma moderna visão na luta contra o lixo urbano, tanto que um dos reflexos da lei é o fechamento do Aterro de Gramacho, no Rio de Janeiro, em 1° de Junho, que já foi considerado o maior do mundo. Mais de 1.500 catadores vão ser indenizados pela prefeitura carioca em R$ 23 milhões.
Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o Brasil terá de erradicar 2.906 lixões até 2014, mas a tarefa será dificil já que das 94,3 mil toneladas de lixo orgânico recolhidas diariamente no país, somente 1,6% (1.509 toneladas) são reaproveitados. E é justamente para isso que a lei foi criada, com o princípio de que a responsabilidade pela mudança é do governo, das empresas e da população.
A nova legislação impulsiona o retorno dos produtos às indústrias após o consumo e obriga o poder público a realizar planos para o gerenciamento do lixo. Para as empresas, o conceito aplicado é o de logística reversa, termo que significa a recuperação de materiais após o consumo, possibilitando a fabricação de novos produtos.
No setor agrosilvopastoril (agricultura, silvicultura e pecuária), por exemplo, a pesquisa do IPEA, mostra que 291 milhões de toneladas de resíduos sólidos podem ser reaproveitados na produção de fertilizantes naturais ou para geração de energia elétrica.
Ou seja, a nova ordem é pensar em reciclagem. A Política Nacional de Resíduos Sólidos diz que tanto indústrias como lojas, supermercados e todas as cadeias do comércio têm de implementar sistemas de logística reversa para produtos como agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas, embalagens em geral e produtos eletroeletrônicos e seus componentes.
É claro que o conceito também deve estar presente na hora das empresas desenvolverem produtos e embalagens que sejam mais facilmente recicláveis ou que gerem menos impacto ambiental. Mas será que isso já está acontecendo? Qual a experiência que você tem no seu local de trabalho?
Queremos conhecer cases e experiências que estão dando certo. Afinal, a lei já existe há dois anos, mas o caminho ainda é longo na busca da sustentabilidade.
Nós da Opersan acreditamos que para oferecer serviços ambientais de alta qualidade e confiáveis, é fundamental ter um excelente laboratório.
O Laboratório de Análise Opersan, credenciado pela NBR ISO/IEC 17025 desde 2007, tem como principal objetivo a qualidade de todos resultados que são emitidos. Para que a garantia da qualidade seja assegurada o prestador de serviço sério requer rigor quanto a:
- Competência e comprometimento do pessoal técnico do laboratório;
- Busca da melhoria contínua de todos os processos;
- Atendimento de forma confiável e segura das necessidades dos seus clientes, visando atingir um nível máximo de excelência.
As ferramentas da qualidade mais utilizadas no Laboratório Opersan são:
- Participação em ensaios de proficiência (interlaboratoriais): Compara o desempenho do laboratório em análises específicas, com outros laboratórios do mesmo nível tecnológico. Em geral os interlaboratoriais são conduzidos por instituições renomadas como CEDAE, SENAI, ABES e Rede Metrológica RS visando a retidão do processo;
- Diagrama de Ishikawa: Também conhecido como diagrama “espinha de peixe” ou “diagrama de causa e efeito”, tem a função de identificar várias causas possíveis para um efeito ou problema, neste caso, encontrar o que pode influenciar na incerteza de cada método.
- Carta Controle de Processo: tem o objetivo de acompanhar cada método de análise através de um gráfico que aponta as tendências e variações fora do comum, possibilitando assim prever um problema antes que ele ocorra e já tomar as ações necessárias.
- Duplicatas: consiste na confirmação de um resultado a partir da repetição da análise. Através dela validamos o método de ensaio e avaliamos a precisão dos resultados.
- Brancos de Análise: Consiste na água e todos os reagentes que normalmente estarão em contato com a amostra durante o procedimento analítico. Sua finalidade é ter o controle sobre todas as amostras analisadas. Caso haja alguma contaminação em algum branco, é possível tomar decisões sobre o que deverá ser feito.
Em resumo o uso de todas as ferramentas da qualidade tem como objetivo, resultados mais confiáveis, monitoramento e rastreabilidade de todas as etapas analíticas e obter maior confiabilidade da área técnico e comercial, atendendo assim a expectativa dos clientes e dos órgãos regulamentadores.
Posted by
Opersan - on Thu, Apr 26, 2012 @ 12:34 PM

O transporte dos resíduos perigosos (Resíduo Classe I) é uma etapa importante do tratamento de efluentes industriais. Visando a adequação à Resolução ANTT 420/2004, que regulamenta o Transporte Terrestre de Produtos Perigosos, a Opersan por meio de homologação, estabelece métodos de qualificação e monitoramento para as transportadoras subcontratadas.
O monitoramento é feito por meio do check-list dos caminhões, sendo possível verificar se os veículos que descartam na Opersan ou levam os resíduos gerados, apresentam condições adequadas para realizar o transporte de produtos perigosos. São verificados ítens fundamentais para o transporte seguro, tais como: presença de equipamentos para situações de emergência, condições gerais dos veículos, presença de equipamentos de proteção individual, painéis de segurança conforme NBR 7500, rótulos de risco conforme NBR 7500, certificado de capacitação do INMETRO, capacitação dos motoristas com curso MOPP, entre outros.
Caso o fornecedor contratado pela Opersan não atenda aos requisitos avaliados, os devidos ajustes devem ser realizados por meio de ações corretivas e as pendências são constantemente controladas. Além disso, também promovem a conscientização ambiental dos motoristas, com treinamentos específicos.
Outro cuidado é com a limpeza dos caminhões. Para isso, a Opersan possui uma área própria, na qual é possível efetuar a raspagem dos resíduos sedimentados nos veículos e, desse modo, garantir a destinação correta do material retirado.
Uma falha no transporte dos resíduos ou um acidente podem causar contaminações ao meio ambiente, com consequentes comprometimentos da imagem e da marca institucional do expedidor da carga.
Identificação no caminhão
A identificação no caminhão é feita pelo Painel de Segurança, de cor laranja e formato retangular, e pelo Rótulo de Risco, losango que apresenta diversas cores e símbolos, correspondentes à classe de risco do produto identificado.
No Painel de Segurança, a linha superior é referente ao Número de Risco do resíduo transportado. Na linha inferior fica o Número da ONU (Organização das Nações Unidas) que identificar a carga transportada. Se o Painel de Segurança não apresentar nenhuma identificação, significa que estão sendo transportados mais de um produto perigoso.
imagem: revistagloborural.globo.com
Posted by
Opersan - on Tue, Apr 24, 2012 @ 02:33 PM
O primeiro passo para estruturar um plano de gestão de resíduos adequado é fazer a classificação dos resíduos industriais gerados por uma determinada atividade. A partir disso, podem ser definidas as etapas de manipulação, armazenagem, coleta, transporte, e destinação final, de acordo com cada tipo de resíduo industrial gerado.
Em alguns casos, os resíduos industriais requerem algum tipo de pré-tratamento antes do seu encaminhamento. Desde os mais simples, como por exemplo, as latas de alumínio geralmente são prensadas, para redução de volume, antes de seguirem para reciclagem. Já nos casos de resíduos perigosos, como as águas ácidas, são necessários ajustes de pH antes do envio para sua destinação final.
A destinação escolhida dependerá de cada tipo de resíduo industrial. Deverá ser realizada uma análise de custo/benefício dentro de todas as possibilidades viáveis.
Deve-se levar em conta as seguintes variáveis para definição da destinação correta de resíduos:
-
Tipo de resíduo, classificação e quantidade;
-
Métodos e técnicas ambientalmente viáveis de tratamento ou disposição;
-
Disponibilidade, resultados de longo prazo e custos dos métodos de tratamento ou disposição.
Neste post fizemos um resumo com alguns métodos de tratamento de resíduos industriais e disposição final e enfatizamos quais nós utilizamos aqui na Opersan.
PROCESSOS TÉRMICOS: Várias técnicas de tratamento são baseadas na aplicação de calor aos resíduos, como:
- Incineração: Utiliza a combustão controlada para degradar termicamente materiais residuais, como embalagens, sacarias, bombonas, latas e borras oleosas.
- Co-processamento: É nossa opção para destinação de resíduos, como borras oleosas, lodos e materiais sólidos contaminados, já que se tornam combustível alternativo ou substituto de materia-prima nos processos de fabricação de cimento.
- Pirólise: É a decomposição química do resíduo orgânico por calor na ausência de oxigênio.
- Plasma: Gás ionizado por meio de temperaturas superiores a 3000 ºC, tornando-se uma forma especial de material gasoso que conduz eletricidade.
PROCESSOS FÍSICOS: São normalmente empregados como pré-tratamento.
- Centrifugação: Processo mecânico de separação de mistura de substâncias de densidades diferentes, pela ação da força centrífuga.
- Separação Gravitacional: Técnica de separação que explora as diferenças de densidade entre as fases.
- Redução de Partículas: Método constituído por processos mecânicos formados por sistemas sequenciais de peneiras e moinhos, montados para reduzir o tamanho do resíduo.
Nós da Opersan procuramos fazer o reuso e a reciclagem de tudo que pode ser reaproveitado, por isso alguns resíduos, como bombonas e tambores, em vez de serem incinerados, são enviados para a descontaminação e reutilização em empresas licenciadas. Já os óleos residuais são armazenados e enviados para empresas devidamente licenciadas para realizar o re-refino e o reaproveitamento destes resíduos. Por último, resíduos orgânicos viram adubo por meio da Compostagem.
No final de cada mês nós ainda emitimos o Certificado de Destinação de Resíduos (CDR) Opersan e mantemos um programa de monitoramento junto à Cetesb.
Imagem: maesso.wordpress.com
Posted by
Opersan - on Sat, Apr 21, 2012 @ 09:03 AM
A periculosidade de um resíduo é classificada em função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, podendo apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente, quando o resíduo é manuseado ou destinado de forma inadequada. A norma NBR 10.004 de 09/1987, divide os resíduos sólidos industriais em duas classes I e II, como perigosos, não inertes e inertes. Confira as principais diferenças:
Resíduos de Classe I - Perigosos
Resíduos que, em função de suas propriedades físico-químicas e infecto-contagiosas, podem apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente. Com certeza os resíduos mais perigosos, pedem mais atenção do gerador, os acidentes mais graves e de maior impacto ambiental são causados por esta classe de resíduos. Podem ser condicionados, armazenados temporariamente, incinerados, tratados ou dispostos em aterros sanitários próprios para receber resíduos perigosos.
Apresentam pelo menos uma das seguintes características: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade. Exemplo de resíduos: borra de tinta, latas de tinta, óleos minerais e lubrificantes, resíduos com thinner, serragem contaminadas com óleo, graxas ou produtos químicos, epis contaminadas (luvas e botas de couro), resíduos de sais provenientes de tratamento térmico de metais, estopas, borra de chumbo, lodo da rampa de lavagem, lona de freio, filtro de ar, pastilhas de freio, lodo gerado no corte, filtros de óleo, papéis e plásticos contaminados com graxa/óleo e varreduras.
Resíduos de Classe II - Não Inertes e Inertes
Divididos em A e B, são aqueles que não se enquadram na classificação de resíduos Classe I. Podem apresentar uma das propriedades: combustibilidade, biodegrabilidade ou solubilidade em água.
Resíduos de Classe II - A
Não Inertes, os componentes destes resíduos, como matérias orgânicas, papeis, vidros e metais podem ser dispostos em aterros sanitários ou reciclados, com a avaliação do potencial de reciclagem de cada item. Exemplo de resíduos: materiais orgânicos da indústria alimentícia, lamas de sistemas de tratamento de águas, limalha de ferro, poliuretano, fibras de vidro, resíduos provenientes de limpeza de caldeiras e lodos provenientes de filtros, epis (uniformes e botas de borracha, pó de polimento, varreduras, polietileno e embalagens, prensas, vidros (pára-brisa), gessos, discos de corte, rebolos, lixas e epi’s não contaminados.
Os efluentes também podem ser classificados nessa normatização. O efluente classe II, entre muitos destinos, pode receber tratamento biológico.
Resíduos de Classe II - B
Inertes, podem ser dispostos em aterros sanitários ou reciclados, pois não sofrem qualquer tipo de alteração em sua composição com o passar do tempo. Exemplo de resíduos: entulhos, sucata de ferro e aço.
A Opersan é especializada no tratamento de efluentes perigosos e não inertes. Desenvolvemos tratamento de resíduos líquidos com a missão de transforma-los em resíduos menos toxicos e menos perigosos que possam ser reciclados legalmente e com segurança no meio ambiente. Em alguns casos, conseguimos também transformar determinados resíduos em produtos.
Em um trabalho paralelo, a Opersan também se especializou na compostagem de resíduos não inertes para transformá-los em composto orgânico e substrato para plantas. Conheça esse nosso trabalho de Fabricação do Fertilizante Composto Orgânico.
Posted by
Opersan - on Mon, Apr 16, 2012 @ 01:47 PM
Preservar o meio ambiente é mais simples do que parece: basta ter disposição para a mudança.
O primeiro passo é estabelecer compromissos e engajar os funcionários nesse movimento. Eles mesmos podem participar com sugestões para tornar o dia a dia mais sustentável, através de ações para diminuir o desperdício durante as atividades, incentivar a reciclagem e a reutilização, racionalizar os recursos naturais e energéticos e a disposição adequada dos resíduos gerados. Nós preparamos algumas dicas para as empresas que estão preocupadas com sustentabilidade e meio ambiente. Confira.
1. Gestão de Resíduos
Reduzir a geração de resíduos diminui o impacto no meio ambiente e o uso de novos recursos naturais, contribuindo ainda com a redução de custos. Além do tratamento de resíduos e efluentes, a empresa pode pensar em pequenos gestos, como incentivar a reciclagem de pilhas e baterias.
2. Recicle
Fazer o descarte correto do lixo reciclável e a compostagem de resíduos orgânicos. A empresa pode fazer parceria com cooperativas de reciclagem e ate produzir se próprio adubo orgânico. Já existem empresas, como a Opersan, que possuem fabrica de fertilizante orgânico composto e utilizam como materia-prima os resíduos orgânicos industriais e agro-industriais.
3. Invista no transporte coletivo
Incentive a criação da carona solidária. Dependendo da localização da empresa, a bicicleta também pode ser uma alternativa. Reuniões que podem ser feitas por telefone ou internet diminuem o consumo com o veículo. Por ser fonte poluidora, os automóveis tem de estar com a manutenção em dia.
4. Compartilhe o material do escritório
Mantenha uma caixa comum com canetas, lápis e demais materiais de uso comum. Seja seletivo na compra do material. Já existem opções como papel reciclado e lápis de madeira certificada, que são produzidos para redução do impacto ambiental.
5. Use menos o papel
Incentive os funcionários a imprimir menos e a economizar papel: utilize os dois lados da folha e faça blocos de nota com papéis usados.
6. Não ignore o verão
Usar roupas leves no verão em sua empresa, permitindo que o ar condicionado funcione em uma potência menor, o que economiza energia.
7. Troque as lâmpadas
Lâmpadas compactas fluorescentes duram 10 vezes mais do que uma lâmpada padrão e utilizam pelo menos dois terços a menos de energia. Depois de usadas, as lâmpadas podem ser recicladas.
8. Evite o desperdício de água
Mantenha em dia a manutenção do sistema hidráulico para evitar vazamentos. Invista em acessórios que gastam menos água que os aparelhos comuns, para reduzir o consumo.
9. Registre os resultados
Já começou as mudanças na sua empresa? Então está na hora de registrar os resultados obtidos para conseguir avaliar as vantagens das medidas ambientais adotadas.
10. Comunique
A comunicação faz parte do engajamento dos funcionários, por isso eles têm de estar por dentro de todas as etapas em prol do meio ambiente feitas em sua empresa. Ao serem incetivados a participar, sua companhia terá resultados positivos.
Está faltando alguma coisa da nossa lista? O que você incluiria?
Deixe o seu comentário.
Posted by
Opersan - on Mon, Apr 09, 2012 @ 09:31 AM
Quando a Opersan detecta a necessidade da empresa em destinar seus efluentes industriais, seu primeiro passo é realizar uma visita técnica para verificar o processo industrial do cliente e fazer um diagnóstico detalhado que possibilite o pleno conhecimento e entendimento dos aspectos envolvidos na gestão de águas e efluentes.
Otimização dos Tratamentos de Efluentes Industriais
São coletadas amostras de todos os tipos de resíduos para análise no laboratório da Opersan. Aqui são feitos testes de tratabilidade que reproduzem em pequena escala o tratamento físico-químico. Essa avaliação é importante, pois irá apontar os principais contaminantes presentes nos efluentes industriais e mostrar quais processos de tratamento são recomendados.
As amostras coletadas acabam fornecendo dados que não estão disponíveis nos documentos da empresa, além de identificar oportunidades para otimizar o uso da água e analisar o potencial de reuso de efluentes. Com as informações obtidas pela análise laboratorial, é possível obter a otimização do processo, permitindo o uso de uma quantidade menor de produtos durante o tratamento físico-químico, consequemente, resultando em uma menor quantidade de resíduos, o que contribui para a redução de custos e a preservação do meio ambiente.
Ao otimizar os processos, a Opersan pensa nas seguintes ações em prol do meio ambiente:
- dispor de forma segura os resíduos remanescentes;
- incentivar a reciclagem e a reutilização;
- minimizar desperdícios durante as operações;
- racionalizar a utilização dos recursos naturais e energéticos.
Reuso de água
Além da otimização do tratamento de efluentes industriais de cada cliente, nós nos preocupamos em otimizar nossos processos internos. Por isso, desde 2007, o filtrado, resultante de um dos processos do tratamento físico-químico de efluentes - a filtragem - é reaproveitado como subproduto na preparação de insumos químicos como o leite de cal na própria ETE, o que evita a captação de água limpa e diminui a geração de efluentes que seria lançada na rede coletora de esgotos. O filtrado pode ser reaproveitado por conta de sua característica alcalina, já que o lodo líquido é condicionado com leite de cal. Maiores informações sobre nosso projeto "Reuso de água".
Posted by
Opersan - on Tue, Apr 03, 2012 @ 03:42 PM
Promover a conscientização ambiental dos funcionários, a economia de recursos naturais não renováveis e a redução na emissão de efluentes: com esses objetivos, o programa “Reuso de Água da Central de Tratamento da Opersan” foi criado em 2007 e, desde então, mostra excelentes resultados.
Atualmente, 52% do consumo total de água utilizada nas diversas atividades produtivas da Opersan, como limpeza industrial e preparação de insumos, são de origem de água de reuso, provenientes de duas fontes: águas pluviais e efluente da ETE.
A economia é resultado do comprometimento e conscientização de todas as pessoas envolvidas, que criaram novos costumes de trabalho mais racionais e ambientalmente corretos.
O reuso
Quando se pensa em reuso de água, a primeira opção que vem a mente é o uso de água da chuva. No entanto, aqui na Opersan, pudemos otimizar um de nossos processos. A opção que demandou menos investimentos foi o uso do filtrado, que é resultante de um dos processos do tratamento físico-químico de efluentes, a filtragem.
O filtrado pode ser reaproveitado por conta de sua característica alcalina, já que o lodo líquido é condicionado com leite de cal. O filtrado, que antes era estocado em sua totalidade para posterior tratamento, passou a ser utilizado como subproduto na preparação de um insumo químico, o que evita a captação de água limpa e diminui a geração de efluentes que seriam lançados na rede coletora de esgotos. Para o aproveitamento desse material foi efetuado um investimento para adequações hidráulicas interligando o tanque existente de estocagem desse líquido até o tanque de preparação de leite de cal.

O segundo passo foi a coleta e armazenamento de água de chuva para utilização em serviços de limpeza de piso e purga (limpeza) de tubulações de dosagem química. Para o reuso de águas pluviais, foram adquiridos dois tanques de polietileno de 15m³ de capacidade, dois medidores de consumo, calhas e condutores de águas pluviais e tubulações e conexões hidráulicas. As águas pluviais são captadas de dois pontos diferentes, cada um com seu próprio sistema de estocagem. A implantação física do sistema foi concluída em outubro de 2007 e os primeiros resultados já puderam ser observados em dezembro daquele mesmo ano, quando começou o período chuvoso.
Resultados
De maneira geral, as tecnologias para o aproveitamento e reuso de água na Opersan são simples e robustas e os resultados são positivos, tanto do ponto de vista econômico quanto do ambiental. Considerando os últimos doze meses a média mensal de reuso na Opersan é de 52%.
|
Resultados
|
ANTES
|
APÓS
|
|
Redução dos volumes captados de água (m³/mês)
|
219
|
120
|
O programa “Reuso de Água da Central de Tratamento da Opersan” é modelo para outras instituições, sendo inclusive premiada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
(FIESP), em 2008, em 1º lugar na categoria de empresa de micro e pequeno porte.
Posted by
Opersan - on Tue, Mar 27, 2012 @ 10:09 AM
A compostagem orgânica de fertilizante composto é um processo de tratamento de diversos resíduos orgânicos e agroindustriais, como restos de alimentos, lodos biológicos de tratamento de efluentes, materiais filtrantes de agroindústria, cinzas de caldeiras, cama de aviário, bagaços em geral, produtos vencidos, pó de serraria, entre outros. Os materiais passam por um rigoroso controle em todas as etapas do processo, que resultam na produção de fertilizante orgânico.
Por meio da reciclagem do lodo, o potencial benéfico de um material rico em matéria orgânica e nutrientes é aproveitado e, ao mesmo tempo, eliminam-se os riscos ambientais de sua disposição inadequada.
As empresas que destinam seus resíduos para reciclagem por meio da compostagem orgânica, além de fazerem a destinação correta dos materiais, também deixam de ser responsáveis legalmente por esses resíduos, uma vez que estes passam por uma transformação total em suas características, resultando em um novo produto sob inteira responsabilidade da Opersan.
Disposição do lodo desidratado nas leiras
A compostagem é um processo biológico de degradação da matéria orgânica. Os materiais seguem para as leiras, onde os microrganismos degradam a matéria orgânica por meio de processos exotérmicos que geram calor, e consequentemente, aumentam a temperatura das leiras.
Revolvimento com despreendimento de calor na fase termofílica
A matéria orgânica é mantida em temperatura acima de 55°C por mais de 30 dias. Quando a atividade biológica diminui, a temperatura também diminui. Nesta fase a leira do composto é revolvida para promover a aeração e a mistura dos materiais. Se a temperatura mantiver-se estável, é porque o composto está pronto. Esse processo corresponde a higienização de todo o material, eliminando organismos causadores de doenças aos homens e animais.
Aplicação em áreas agrícolas
A compostagem apresenta um produto final com excelentes características agronômicas. O lodo devidamente tratado passa a ser denominado fertilizante orgânico composto classe D, registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) sob o número SP-80610 10000-7. O fertilizante orgânico é fornecido para produtores de citros, eucaliptos, cana-de-açúcar, flores, café e outras culturas.
A aplicação do fertilizante orgânico é realizada de acordo com o Decreto Federal 4.954 de 14/01/2004 e suas Instruções Normativas 27 de 05/06/2006 e 25 de 23/07/2009, atendendo também as disposições da resolução CONAMA nº 375/2006.