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Consumidor Verde: Uma tendência que cresce no Brasil

  
  
  

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Ser sustentável está em alta. Cada vez mais, o cunho ecológico ganha espaço nos debates realizados por governos, empresas, organizações não-governamentais e populações de diversos países, que reconhecem a importância de trabalhar por um Desenvolvimento Sustentável. Definido pela ONU em 1987 como “aquele que atende às necessidades das gerações atuais sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem às suas necessidades e aspirações”, o conceito também ganha força graças aos chamados consumidores verdes, que não querem mais saber de empresas e produtos que afetem negativamente a sociedade ou a natureza.

Afinal, quem é o Consumidor Verde?

O que caracteriza esse tipo de consumidor é a preocupação não apenas com o item que leva para casa, mas com a sua procedência e o destino futuro desse produto/serviço. Aspectos como contaminação ambiental, uso de mão de obra escrava e descarte incorreto de dejetos passam a influenciar na hora de decidir o que comprar.

Isso significa que o respeito ao meio ambiente e sociedade são aspectos importantes para uma companhia. Isso aparece em dados divulgados pela empresa de pesquisas de mercado Euromonitor International,  que afirma que a maior tendência entre os consumidores brasileiros é a sustentabilidade.


Variedade de segmentos

Engana-se quem pensa que o Consumo Verde está associado apenas à alimentação. Cosméticos, peças de vestuário e até transporte são exemplos de bens de consumo que passam pelo crivo dos consumidores quando o assunto é escolher a opção mais sustentável.

Na indústria cosmética, isso é comprovado pelo Barômetro de Biodiversidade 2014, divulgado pela União para o BioComércio Ético (UEBT) em abril. Segundo a pesquisa, realizada com 38.000 consumidores em 13 países, 87% deles esperam que as empresas respeitem a biodiversidade e 77% querem saber de onde os ingredientes utilizados na produção vêm. O Brasil aparece como líder da pesquisa no número de pessoas que compram cosméticos que utilizam ingredientes naturais, alcançando 96%.

Esses dados mostram a maior consciência da população e alertam as empresas para um novo modo de consumo – cada vez mais consciente – e um nicho de mercado que ainda precisa ser preenchido.

Mercado em expansão

O número de estabelecimentos voltados para os consumidores verdes têm crescido no Brasil. o A Euromonitor International aponta que o segmento de produtos saudáveis cresceu 82% entre 2004 e 2009 no país. A previsão é de que o consumo destes itens aumente mais 40% este ano.  

Você também pode ser um Consumidor Verde. Já faz parte da tendência?

Não é necessário aderir a um novo estilo de vida para ser considerado um Consumidor Verde. Muitas atitudes, comuns no dia a dia, são características desses consumidores. Alguns exemplos são o consumo de alimentos orgânicos, a preferência por produtos que respeitam o meio ambiente e a opção por comprar de empresas sustentáveis que adotam soluções ecológicas e a logística reversa em seus processos de produção, além da racionalização de recursos e a reciclagem.

Sua empresa/indústria já se adequou a este novo modelo de consumidor?

Se você é um empreendedor, o que não dá é para ficar parado diante desses dados convincentes e dessa tendência que veio para ficar. Seguindo o modelo global de sustentabilidade, o Brasil já apresenta um crescente número de consumidores conscientes que priorizam os empreendimentos considerados “verdes”. Indústrias que possuem selos ambientais e empresas que adotam soluções como o reúso da água e o tratamento de efluentes, por exemplo, dão um passo à frente da concorrência, ganham pontos no mercado e contribuem grandemente para a redução dos impactos no meio ambiente e para a preservação dos recursos naturais.

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A Nova Opersan Soluções Ambientais está acompanhando de perto essas discussões e pode ajudar seu negócio a se tornar sustentável. Qual sua opinião sobre a tendência dos “Consumidores Verdes”? Deixe seu comentário e participe do debate conosco!

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Israel: O país onde nenhuma gota de água é desperdiçada

  
  
  

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Israel já enfrentou anos consecutivos de seca e escassez de água, e com isso tornou-se um grande exemplo global. Na batalha para diminuir a crise hídrica no país, Israel tem desempenhado grande iniciativa, ao construir 225 reservatórios para recolhimento de água pluvial e água de reúso.


Dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontam que a demanda mundial de água deve aumentar 55% até 2050. Dentre as principais causas para este aumento, além do crescimento da população, estão o uso desenfreado do recurso, a poluição de rios e mares e a distribuição desigual.

Diante deste quadro alarmante, vale ressaltar que a escassez da água já é uma realidade em diversos pontos do planeta, sendo o Oriente Médio a região em que a situação é mais grave.  Em meio à problemática, no entanto, Israel se destaca como o país com melhor exemplo existente de reaproveitamento da água em todo o mundo - o local não desperdiça, literalmente, nenhuma gota d’água, isto porque está localizado em uma área em que este recurso natural é tão valioso quanto o petróleo.

Escassez e conflito histórico: uma situação delicada

O Rio Jordão é praticamente a única fonte de água para Israel e Jordânia. Historicamente, a água tem sido um dos motivos de briga entre os países, mas um pacto travado para o abastecimento tem mantido o conflito sob controle. Neste cenário, israelenses, palestinos e jordanianos fecharam um acordo para utilizar a água do Mar Vermelho para suprir as necessidades da população, tendo em vista a situação crítica do referido Rio Jordão, que já teve um volume de água 50 vezes maior.

Em uma região desértica como o Oriente Médio, o reaproveitamento da água é palavra de ordem, e soluções criativas são sempre bem-vindas para contornar uma problemática que já se arrasta há tempos. Israel, diante deste contexto, espera chegar a 2015 livre da necessidade de fontes naturais de água para matar a sede de seus 7,5 milhões de habitantes, que sofrem por ocasião de secas recordes na última década.


Reúso para a irrigação da agricultura

Para se ter uma ideia, o reúso de água se tornou política nacional de Israel em 1955. O país reaproveita 75% dos seus efluentes na agricultura, e o governo impôs racionamento aos fazendeiros. Tal preocupação se justifica: a ONU estima que 70% da água usada em todo o mundo é destinada à agricultura. Israel só consegue ter plantações no deserto graças ao sistema de irrigação por gotejamento, que utiliza menos de 5% da quantidade de água necessária pelo sistema mais aplicado no resto do mundo, o de aspersão.

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Sistema de irrigação - “gotejamento”, que reduz o uso de água em cerca de 40%


Tel Aviv, um case de sucesso

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A cidade de Tel Aviv tem 100% da água reaproveitada: todo o esgoto é tratado e usado para irrigar as plantações no deserto, e a água utilizada para banho e descarga nas residências é tratada na maior estação do Oriente Médio, Shafdan. Depois de passar pelo tratamento (que tem etapas físicas, químicas e biológicas), o recurso percorre 100 quilômetros em dutos até chegar ao deserto de Neguev, onde irriga as plantações. O sistema existe há mais de 30 anos.

Nos domicílios do município, as torneiras têm arejadores acoplados às torneiras, o que ainda reduz drasticamente o consumo de água. Outra medida exemplar de consciência local em relação ao recurso natural é a dessalinização da água do mar, o que a torna útil para atividades humanas.

Vale ressaltar que a tecnologia israelense aplicada nas estações de tratamento de esgoto é uma das mais modernas do mundo: este fato fica destacado em Tel Aviv que, como já dissemos, tem a totalidade da sua água destinada ao tratamento e ao reúso.


Cenário futuro

Previsões da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que a água potável deverá diminuir em 60% durante este século. Ainda que na Declaração Universal da Água conste, no primeiro artigo, que “a água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável por ela”, esta ideia ainda não é uma realidade a nível global, o que inclui o Brasil. O país abriga 13% de toda a água potável do mundo, mas é também um dos que mais abrigam o desperdício. O equilíbrio e o futuro dependem da preservação da água e dos seus ciclos. A grande ressalva é que tudo isso está mais nas mãos do homem do que na tecnologia: o consumo consciente em Israel é um exemplo de que adotar soluções eficazes de preservação do recurso é possível em maiores proporções.   


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Conheça os vários tipos de reúso de água

  
  
  

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Na Opersan, a água da chuva é reaproveitada

 

O reúso da água pela indústria traz benefícios ambientais significativos, com a diminuição do volume de água gerado e com a redução da poluição hídrica, já que a descarga de influentes é minimizada. Há também benefícios econômicos para a empresa, com a diminuição da cobrança pelo uso da água.

Há várias opções de reúso, como reaproveitamento dos efluentes gerados pela própria indústria, uso de águas pluviais de telhados ou pátios internos e até o reforço das águas subterrâneas por meio de recarga artificial dos aquíferos subjacentes à própria indústria com o tratamento dos efluentes.

Como todos sabem, a água doce é um recurso finito e, em muitos lugares do mundo, já há falta de água potável. Por isso é importante a preocupação em administrar sabiamente os recursos que temos no Brasil. Apesar de ser tão essencial, a conscientização sobre a água é bem recente. A primeira vez que esse tipo de preocupação aparece é na Constituição de 1988, que afirma que a água é um bem da União ou dos Estados, e seu uso deve buscar a diminuição das desigualdades econômicas e sociais.

A Lei 9.433, de 1997, cria a Política Nacional de Recursos Hídricos, com base na constituição, para estabelecer diretrizes para que haja melhor aproveitamento da água. O Capítulo IV, por exemplo, trata dos instrumentos para gestão dos recursos, como a outorga pelo direito de uso da água e sua cobrança. A racionalização da água é um dos objetivos da cobrança, que acaba por incentivar as melhorias no processo e as práticas de reúso.

Depois veio a Resolução 54, de 2005, que foi publicada pelo Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), para estabelecer os critérios gerais para a prática de reúso de água não potável. Ficou definido que a água pode ser reutilizada em cinco modalidades:

• Reúso da água para fins urbanos;

• Reúso da água para fins agrícolas e florestais;

• Reúso da água para fins ambientais;

• Reúso da água para fins industriais;

• Reúso da água na aquicultura.

Sobre o assunto há ainda a norma técnica NBR-13.696, de 1997, que define quatro classes de água de reúso e seus padrões de qualidade. Veja:

Classes de água de reúso pela NBR-13.969 e padrões de qualidade

Água de reúso

Aplicações

Padrões de Qualidade

Classe 1

- Lavagem de carros e outros usos com contato direto com o usuário.

- Turbidez < 5 uT

- Coliformes Termotolerantes < 200 NMP/100 mL

- Sólidos Dissolvidos Totais < 200 mg/L

pH entre 6 e 8

- Cloro residual entre 0,5 mg/L a 1,5 mg/L

Classe 2

- Lavagem de pisos, calçadas e irrigação de jardins, manutenção de lagos e canais paisagísticos, exceto chafarizes.

- Turbidez < 5 uT

- Coliformes Termotolerantes < 500 NMP/100 mL

- Cloro residual superior a 0,5 mg/L

Classe 3

- Descargas em vasos sanitários.

- Turbidez < 10 uT

- Coliformes Termotolerantes < 500 NMP/100 mL

Classe 3

- Irrigação de pomares, cereais, forragens, pastagem para gados e outros cultivos através de escoamento superficial ou por sistema de irrigação pontual.

- Coliformes Termotolerantes < 5000 NMP/100 mL

- Oxigênio dissolvido > 2,0 mg/L


Fonte: Manual de Conservação e Reúso na Indústria, do Sebrae RJ

 

Se você quiser conversar conosco sobre reúso de água e quiser saber detalhes sobre nosso projeto de reaproveitamento da água da chuva, entre em contato.

Água Industrial - O Uso Eficiente da Água na Indústria

  
  
  

reuso de agua, agua industrialAs atividades industriais demandam um grande uso de água, por isso é necessário pensar em fazer uso eficiente desse recurso. A redução do consumo de água pode ser obtida de diversas maneiras: ao otimizar processos e fazer reuso de água e ao fazer o tratamento da água antes do seu descarte no meio ambiente.  

Mas antes de iniciar qualquer processo é preciso identificar as perdas físicas e desperdícios, conhecer os processos que utilizam água e seu consumo e a possibilidade de substituição dos equipamentos por modelos mais modernos e mais econômicos. 

Não se esqueça de verificar os vazamentos devido aos problemas em tubulações, conexões, reservatórios e outros equipamentos e também a negligência dos funcionários em, por exemplo, não fechar direito a torneira após seu uso ou a falta de rotina operacional.

O reuso de água na indústria consiste em reaproveitar o efluente produzido na própria empresa, que pode voltar ao próprio processo que o gerou ou ser utilizado e outra etapa ou outra atividade, como nos vasos sanitários e em lavagens de pátio.

Conheça outros usos:

  • Em Torres de Resfriamento como água de reposição;
  • Irrigação de áreas verdes de instalações industriais, lavagens de pisos e alguns tipos de peças na indústria mecânica;
  • Caldeiras;
  • Processos industriais;
  • Construção civil.

A empresa deve a todo o momento avaliar como aproveitar e diminuir os custos com água. Uma solução que a Nova Opersan adotou, por exemplo, foi reaproveitar a água da chuva e os efluentes da ETE. Por último, se for inviável a construção de uma Estação de Tratamento e Água e Esgoto (ETAE), considere a contratação de empresas especializadas como a Nova Opersan.

A filial da AmBev em Jaguariúna é uma das empresas que tem visto um bom retorno do seu investimento no reuso de água. Como a produção de bebidas consome grandes volumes de água, a empresa faz o reuso das águas de descarte do pasteurizador, que passaram a ser segregados e armazenados em um tanque para posterior uso na limpeza dos pisos, eliminou vazamentos por meio de inspeções programadas e manutenção nos dutos e registros, otimizou o consumo nos banhos nos vestiários, conscientizou os funcionários, entre outras medidas.

O investimento foi R$ 98 mil enquanto o retorno é de aproximadamente R$ 250 mil por ano. Os indicadores de consumo caíram de 7,2 litros de água para 5,89 litros: uma redução de 650 mil m³/ano.

Quer implantar um projeto de reuso de água na sua empresa? Nós podemos ajudá-lo. Entre em contato conosco>>

Reuso de água: Iniciativa que preserva o meio ambiente e gera economia

  
  
  

Promover a conscientização ambiental dos funcionários, a economia de recursos naturais não renováveis e a redução na emissão de efluentes: com esses objetivos, o programa “Reuso de Água da Central de Tratamento da Opersan” foi criado em 2007 e, desde então, mostra excelentes resultados.

Atualmente, 52% do consumo total de água utilizada nas diversas atividades produtivas da Opersan, como limpeza industrial e preparação de insumos, são de origem de água de reuso, provenientes de duas fontes: águas pluviais e efluente da ETE.

A economia é resultado do comprometimento e conscientização de todas as pessoas envolvidas, que criaram novos costumes de trabalho mais racionais e ambientalmente corretos.

O reuso

Quando se pensa em reuso de água, a primeira opção que vem a mente é o uso de água da chuva. No entanto, aqui na Opersan, pudemos otimizar um de nossos processos. A opção que demandou menos investimentos foi o uso do filtrado, que é resultante de um dos processos do tratamento físico-químico de efluentes, a filtragem.

O filtrado pode ser reaproveitado por conta de sua característica alcalina, já que o lodo líquido é condicionado com leite de cal. O filtrado, que antes era estocado em sua totalidade para posterior tratamento, passou a ser utilizado como subproduto na preparação de um insumo químico, o que evita a captação de água limpa e diminui a geração de efluentes que seriam lançados na rede coletora de esgotos. Para o aproveitamento desse material foi efetuado um investimento para adequações hidráulicas interligando o tanque existente de estocagem desse líquido até o tanque de preparação de leite de cal.

   reuso de água      água reuso      reuso de água da chuva


O segundo passo foi a coleta e armazenamento de água de chuva para utilização em serviços de limpeza de piso e purga (limpeza) de tubulações de dosagem química. Para o reuso de águas pluviais, foram adquiridos dois tanques de polietileno de 15m³ de capacidade, dois medidores de consumo, calhas e condutores de águas pluviais e tubulações e conexões hidráulicas. As águas pluviais são captadas de dois pontos diferentes, cada um com seu próprio sistema de estocagem. A implantação física do sistema foi concluída em outubro de 2007 e os primeiros resultados já puderam ser observados em dezembro daquele mesmo ano, quando começou o período chuvoso.

Resultados

De maneira geral, as tecnologias para o aproveitamento e reuso de água na Opersan são simples e robustas e os resultados são positivos, tanto do ponto de vista econômico quanto do ambiental. Considerando os últimos doze meses a média mensal de reuso na Opersan é de 52%.

Resultados

ANTES

APÓS

Redução dos volumes captados de água (m³/mês)

 219

 120

 

O programa “Reuso de Água da Central de Tratamento da Opersan” é modelo para outras instituições, sendo inclusive premiada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
(FIESP), em 2008, em 1º lugar na categoria de empresa de micro e pequeno porte.

Acesse o Relatório "Reuso de Água da Central de Tratamento da Opersan" em PDF>>


 

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