O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo e instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) para celebrações no dia 5 de junho .
Também denominado como WED, a data tem como finalidade chamar a atenção da população para os problemas ambientais, além de propor ações políticas de povos e países de modo a aumentar a conscientização e a conservação ambiental.
Além do dia escolhido para conscientização, o governo brasileiro, por meio do Decreto Federal 86.028, de 27 de maio de 1981, determinou que neste período, todo território nacional realizasse também a Semana Nacional do Meio Ambiente, com o intuito de ampliar a participação da população brasileira na proteção do patrimônio natural do Brasil.
Considerando a escassez dos recursos naturais, cabe a população e as empresas geradoras de poluentes, conscientizar-se sobre a causa e buscar medidas que amplifiquem ainda mais a preservação.
Este ano, o Dia Mundial do Meio Ambiente será sediado na China e terá como tema principal a “Poluição do ar”, uma vez que, segundo a ONU, aproximadamente 7 milhões de pessoas morrem prematuramente a cada ano por conta da poluição do ar, dessas mortes, 4 milhões acontecem na região da Ásia e do Pacífico.
E mais, 92% das pessoas em todo o mundo não respiram ar limpo, o que custa à economia global 5 trilhões de dólares anualmente e até 2030 pelo menos 26% dos rendimentos de cultivos básicos serão reduzidos pela poluição do solo e ozônio.
Diante dos indicadores, o Dia Mundial do Meio Ambiente de 2019 tem como objetivo fazer com que indústrias, governos, comunidade e indivíduos se unam a fim de explorar energias renováveis e tecnologias verdes, melhorando a qualidade do ar no mundo.
Levando em conta que em cinco décadas a população mundial dobrou, o PIB global cresceu quatro vezes e a extração de recursos naturais passou de 27 para 92 bilhões de toneladas entre 1970 e 2017, segundo a Global Resources Outlook 2019, é incontestável que este é um dos principais pontos de mudança do clima e da perda de biodiversidade ao longo dos anos.
Com este cenário, se faz necessário a conscientização para a diminuição dos impactos causados pelas atividades industriais e sociedade em geral. Um exemplo disso são os resíduos produzidos em grande escala, mas com destinação inadequada. Estima-se que 40% dos resíduos são queimados a céu aberto em 166 dos 193 países.
Além disso, o impacto não se restringe somente no ar com as toneladas de gases tóxicos na atmosfera, mas também com a poluição dos corpos hídricos, sendo este outro fator importante, uma vez que a poluição de lençóis freáticos, lagos, rios, mares e oceanos são, ainda, o destino final de muitos efluentes sem tratamento.
Em função também de má gestão hídrica, é fundamental que as organizações se conscientizem sobre a importância da preservação, criem mecanismos práticos para fazê-lo, cumprindo as exigências das leis ambientais, tanto no descarte de resíduos sólidos quanto no descarte de efluentes, devem ser uma prática intocável.
Por meio de soluções customizadas para o tratamento de águas e efluentes em modalidades OnSite e OffSite, o Grupo Opersan contribui com a manutenção e qualidade de recursos hídricos, colaborando significativamente com a diminuição de sua exploração, ao mesmo tempo que oferece vantagens operacionais e financeiras .
O reúso de água, por exemplo, é uma opção sustentável e que, além de ajudar na preservação do ecossistema, pode apresentar inúmeras vantagens para as empresas com a água de reúso destinada para atividades que antes eram realizadas com água potável. A reutilização, inclusive, oferece redução de despesas considerável, principalmente para os grandes empreendimentos industriais e comerciais, que utilizam volumes expressivos de água diariamente em suas atividades.
Com as evidências dos impactos causados pela irresponsabilidade ambiental, empresas e consumidores optam cada vez mais por empresas que buscam soluções sustentáveis, segundo afirma a pesquisa realizada pela Union + Webster, onde 87% da população brasileira diz preferir comprar produtos e serviços de empresas sustentáveis e que 70% dos entrevistados não se importam em pagar um pouco mais por isso.
Dessa forma, o consumo consciente dos recursos naturais e medidas que amenizem o impacto na natureza cabe a cada cidadão, mas também ao governo e as indústrias.