Integrando os principais setores econômicos do Brasil, a metalurgia é uma das atividades industriais que mais cresce no país.
Uma Pesquisa realizada pelo IBGE aponta que no primeiro semestre de 2021 a produção industrial como um todo no Brasil cresceu, sendo o setor metalúrgico um dos que mais avançou, registrando um aumento de 26,3%, na comparação ao mesmo período de 2020.
No entanto, essa expansão também resulta na geração de mais resíduos, exigindo das empresas mais atenção na gestão de seus efluentes.
Os efluentes são gerados nos processos de produção ou limpeza das máquinas, chapas e tornos para a retirada de resíduos como graxas e óleos, o que demanda em muitos casos a utilização de desengraxantes alcalinos, banhos de fosfato e a repetição do processo de lavagem por várias vezes até que se obtenha a limpeza total.
Esses e outros processos são comuns na indústria metalúrgica, gerando resíduos líquidos contaminados com metais pesados, como cromo, níquel, manganês, chumbo, cádmio, zinco e cobre.
Todos os efluentes que contenham essas substâncias em sua composição, exigem tratamento específico já que o descarte direto em lençóis freáticos, rios e mares põe em risco a flora, fauna e a saúde humana, implicando em prejuízos para o meio ambiente e para a própria empresa.
Diversas normativas, como a Lei dos crimes ambientais, a Resolução CONAMA Nº 430, a Política Nacional de Resíduos Sólidos e a Política Nacional do Meio Ambiente; regem a proteção aos recursos e orientam as empresas quanto aos padrões de descarte de substâncias passíveis de causar alterações na qualidade da água.
Segundo a PNMA, o setor metalúrgico gera resíduos que apresentam grande grau de poluição, podendo prejudicar os seguintes elementos naturais:
Solo: uma das principais causas de contaminação se dá pela disposição dos resíduos das metalúrgicas diretamente sobre o solo. Metais pesados conforme já mencionados, podem contaminar o lençol freático e tornar o solo tóxico e prejudicial à saúde das plantas, dos animais e da população local com o desenvolvimento de doenças infectocontagiosas decorrentes da poluição.
Água: processos produtivos com a deposição de poluentes atmosféricos, contaminação pela disposição de resíduos no solo e o lançamento de efluentes industriais sem o devido tratamento nas galerias pluviais são as causas de poluição da água pela indústria metalúrgica.
No entanto, além do danos ao meio ambiente, a falta de uma gestão ambiental bem estruturada, também impacta diretamente no desenvolvimento e imagem da própria companhia, resultando em alguns prejuízos, como:
Para manter o foco na atividade produtiva e ao mesmo tempo assumir uma posição responsável e comprometida ideologicamente com o tratamento dos efluentes, as indústrias metalúrgicas podem contar com o apoio de um parceiro com capacidade técnica comprovada.
Esta contratação tanto pode ser para a realização deste tratamento dentro da empresa na modalidade OnSite, ou na modalidade OffSite em que o parceiro contratado fica responsável pela coleta dos efluentes, transporte para as unidades de tratamento próprias e descarte adequado.
Independente da modalidade, a contratação de uma empresa terceirizada para essa atividade, permite às indústrias metalúrgicas operarem dentro da lei, sem ter que se preocupar em dedicar equipes para o tratamento, já que tudo isso fica a cargo do parceiro contratado.
O Grupo Opersan possui mais de 30 anos de experiência em soluções de tratamento de águas e efluentes, auxiliando a diversas empresas na escolha da modalidade mais adequada para o seu negócio. Para maiores informações entre em contato conosco.