As Vantagens de Uma Estação De Tratamento Compacta

As estações compactas de tratamento simplificam as operações dentro da planta do cliente, assim como o próprio nome diz, visam economizar espaço e mão de obra. As estações compactas podem ser voltadas tanto para o tratamento de esgoto sanitário, quanto para tratamento de efluentes industriais.

Após receber tratamento adequado, é possível que a água tratada siga para um corpo receptor, seguindo todos os parâmetros necessários, ou ainda pode ser encaminhada para reutilização dentro dos processos industriais da empresa, como para irrigação de plantas, uso em descargas, lavagem de pátios entre outras opções.

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Tags: efluentes, BOT, OnSite, estação compacta

As vantagens de terceirizar o tratamento de águas e efluentes da sua empresa.


O que é terceirização?

A terceirização é uma prática comum em empresas de grande e médio porte e uma tendência em empresas pequenas que consiste em transferir, para parceiros, as atividades que não fazem parte do negócio principal. Considerado um processo de gestão, a terceirização é uma prática essencial num mercado que foca cada vez mais seus esforços em ações direcionadas a conhecer melhor seus clientes e suas necessidades, deixando algumas atividades secundárias a cargo de empresas especializadas.

Por que terceirizar a gestão dos recursos hídricos?

Ao delegar esse serviço a terceiros especializados em gestão de estações de tratamento de águas e efluentes, as empresas podem focar seus esforços em suas atividades a fim de obter redução nos custos operacionais, fator primordial em momentos nos quais as indústrias visam minimizar perdas.

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Tags: Tratamento agua, offsite, Tratamento de Efluentes, BOT, Nova Opersan

Como realizar o tratamento de efluentes contaminados com óleo?

Os óleos são substâncias líquidas e viscosas que estão presentes no cotidiano de todos nós e, dependendo da sua origem, podem ser empregados na culinária para o consumo e preparo de alimentos, ou pode ter uso industrial como lubrificante ou combustível, na manutenção de peças mecânicas e para refrigeração.

Todos os efluentes contaminados com óleos devem passar por tratamento antes de retornarem ao meio ambiente. Dependendo de sua origem, que pode ser vegetal ou mineral, os efluentes oleosos devem passar por processos físicos, químicos e/ou biológicos.

Tratamento de efluentes contaminados com óleos:

Óleos vegetais: por ser uma gordura extraída de plantas (em geral de frutos e sementes) e, portanto, biodegradável, é classificado pela sua periculosidade como classe II e pode ser destinado para o tratamento biológico, no qual bactérias degradam os contaminantes oleosos presentes no efluente.

Óleos minerais/sintéticos: esses óleos são produzidos no processo de destilação do petróleo ou são obtidos por reações químicas, no caso dos sintéticos. Por não serem biodegradáveis, são classificados pela sua periculosidade como classe I e devem receber tratamentos físico-químicos específicos para remover os óleos contaminantes. Industrias dos segmentos siderúrgicos, metalúrgicos, de auto-peças e usinagem, por exemplo, são grandes geradores desses efluentes oleosos.

Como proceder para realizar o descarte correto dos efluentes oleosos?

Se a sua empresa não possui uma estação de tratamento própria para efluentes oleosos, é possível desenvolver um parceiro que realize o tratamento de maneira eficiente e com custos atrativos para os clientes.  Nesse sistema de tratamento, denominado Offsite, os resíduos oleosos são coletados nas empresas e transportados até centrais de tratamento de empresas especializadas, na qual passam por processos físico-químicos para a remoção dos óleos emulsionados.

Qual o risco de descartar os efluentes oleosos sem tratamento no meio ambiente?

Quando esses resíduos são descartados in natura em rios e na rede de esgoto, além dos prejuízos à saúde e ao meio ambiente, as empresas responsáveis pela emissão podem responder a um processo administrativo e serem punidas com multas. Nos casos mais graves, pode haver a paralização ou o encerramento das atividades. 

No estado de São Paulo, a fiscalização e a aplicação da lei e suas normas é de responsabilidade da CETESB, como órgão do estado, ou do IBAMA.

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O futuro pede cidades sustentáveis

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Tags: Operações Dedicadas, estação de tratamento de efluentes industriais, BOT