Dia Mundial do Meio Ambiente

 

No dia 05 de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, criado para incentivar a sensibilização e a criação de iniciativas a favor da preservação do meio ambiente.

A cada ano um país e um tema são definidos, o Canadá foi escolhido para ser o pais sede e escolheu o tema “CONECTANDO PESSOAS À NATUREZA”, para ser o foco das comemorações em todo o mundo.

As Nações Unidas para o Meio Ambiente convidam os cidadãos a comemorarem o dia de diferentes maneiras, começando por sair de casa, estar na natureza e compartilhar as fotos de lugares especiais e únicos para cada um, com as hastags #DiaMundialDoMeioAmbiente e #EstouComANatureza.

Preservar o meio ambiente é mais simples do que parece, basta ter disposição para a mudança.

E a sua empresa, o que tem feito para a PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE?

O primeiro passo é estabelecer compromissos e engajar os funcionários nesse movimento. Eles mesmos podem participar com sugestões para tornar o dia a dia mais sustentável, através de ações para diminuir o desperdício durante as atividades, incentivar a reciclagem e a reutilização, racionalizar os recursos naturais e energéticos e a disposição adequada dos resíduos gerados.

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Tags: Legislação Ambiental, Compostagem Orgânica, Tratamento de Efluentes

Efluentes Oleosos: O que são e qual a destinação correta?

Os óleos são substâncias líquidas e viscosas que estão presentes no cotidiano de todos nós e, dependendo da sua origem, podem ser empregados na culinária para o consumo e preparo de alimentos, ou podem ter uso industrial como lubrificante ou combustível, na manutenção de peças mecânicas e para refrigeração.

Efluentes contaminados com óleos geralmente resultam de processos que utilizam derivados de combustíveis fósseis como gasolina, diesel, óleo BPF etc. Há ainda águas oleosas oriundas da lavagem de pisos, tanques e peças, processos de usinagem, entre outros. Todos esses exemplos são gerados nas atividades industriais das mais variadas áreas. Apesar de sempre associarmos óleos a indústria automobilística, a indústria alimentícia também gera efluentes oleosos. O armazenamento de pescados, por exemplo, concentra altos níveis de gorduras e proteínas oleosas na água, resultando em alta carga orgânica do efluente, que precisa ser tratado.

Saiba mais sobre efluentes oleosos e aprenda a destiná-los corretamente!

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Tags: Meio Ambiente Lei, Legislação Ambiental, Oleos, Graxas, Efluentes Contaminados

Resíduos Classe I ou Resíduos Classe II: Qual é a diferença?

A periculosidade de um resíduo é classificada em função de suas propriedades físicas, químicas ou infectocontagiosas, podendo apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente, quando o resíduo é manuseado ou destinado de forma inadequada. A norma NBR 10.004, divide os resíduos sólidos industriais em duas classes I e II, como perigosos, não inertes e inertes.

Quais as principais diferenças?

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Tags: Legislação Ambiental, Classificação de Resíduos, Efluentes Industriais, resíduos, NBR, Normas Ambientais

Como realizar o tratamento de efluentes contaminados com óleo?

Os óleos são substâncias líquidas e viscosas que estão presentes no cotidiano de todos nós e, dependendo da sua origem, podem ser empregados na culinária para o consumo e preparo de alimentos, ou pode ter uso industrial como lubrificante ou combustível, na manutenção de peças mecânicas e para refrigeração.

Todos os efluentes contaminados com óleos devem passar por tratamento antes de retornarem ao meio ambiente. Dependendo de sua origem, que pode ser vegetal ou mineral, os efluentes oleosos devem passar por processos físicos, químicos e/ou biológicos.

Tratamento de efluentes contaminados com óleos:

Óleos vegetais: por ser uma gordura extraída de plantas (em geral de frutos e sementes) e, portanto, biodegradável, é classificado pela sua periculosidade como classe II e pode ser destinado para o tratamento biológico, no qual bactérias degradam os contaminantes oleosos presentes no efluente.

Óleos minerais/sintéticos: esses óleos são produzidos no processo de destilação do petróleo ou são obtidos por reações químicas, no caso dos sintéticos. Por não serem biodegradáveis, são classificados pela sua periculosidade como classe I e devem receber tratamentos físico-químicos específicos para remover os óleos contaminantes. Industrias dos segmentos siderúrgicos, metalúrgicos, de auto-peças e usinagem, por exemplo, são grandes geradores desses efluentes oleosos.

Como proceder para realizar o descarte correto dos efluentes oleosos?

Se a sua empresa não possui uma estação de tratamento própria para efluentes oleosos, é possível desenvolver um parceiro que realize o tratamento de maneira eficiente e com custos atrativos para os clientes.  Nesse sistema de tratamento, denominado Offsite, os resíduos oleosos são coletados nas empresas e transportados até centrais de tratamento de empresas especializadas, na qual passam por processos físico-químicos para a remoção dos óleos emulsionados.

Qual o risco de descartar os efluentes oleosos sem tratamento no meio ambiente?

Quando esses resíduos são descartados in natura em rios e na rede de esgoto, além dos prejuízos à saúde e ao meio ambiente, as empresas responsáveis pela emissão podem responder a um processo administrativo e serem punidas com multas. Nos casos mais graves, pode haver a paralização ou o encerramento das atividades. 

No estado de São Paulo, a fiscalização e a aplicação da lei e suas normas é de responsabilidade da CETESB, como órgão do estado, ou do IBAMA.

Gostou do nosso post ou ainda tem alguma dúvida sobre os efluentes oleosos? Deixe um comentário!

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Tags: CADRI, Legislação Ambiental, Classificação de Resíduos, Análises Laboratoriais, como tratar resíduos, Danos Ambientais, Efluentes Industriais, Descarte de Efluentes, Análise de Água, BOT, certificação norma ISO 14001, Efluentes Oleosos, Oleos, Oleo Mineral, Oleo Vegetal

Conheça os crimes ambientais e saiba como adequar sua empresa na lei.


Você sabe em que consistem os chamados crimes ambientais? E a sua empresa, anda em conformidade com a lei? Quais as medidas devem ser adotadas para não correr o risco de, além de causar sérios danos ao meio ambiente, ser punido pela justiça? Essas e outras peguntas são muito frequentes e as empresas devem ficar atentas à legislação que garante a regularidade e o bom funcionamento do negócio. Dessa forma, fizemos um apanhado do que é ou não legal e como você e sua empresa podem colaborar com o meio ambiente. Confira!

O que são os crimes ambientais

Quando uma pessoa ou empresa agride o meio ambiente, seja a fauna, flora, os recursos naturais ou patrimônios culturais, ou então quando a extração ultrapassa os limites que a lei determina, são constituídos crimes ambientais.

É também caracterizado crime ambiental ignorar as normas, ainda que não ocorram danos à natureza, como, por exemplo, uma instituição que não polui, mas que não possui a licença necessária para operar. Outro exemplo de crime ambiental é a omissão de dados técnicos e científicos para o processo de licenciamento ou autorização ambiental, ou concessão errônea da mesma por funcionário público.

Tipos de crimes ambientais

Baseada no artigo 225 da Constituição Federal de 1988, a lei que rege os crimes de natureza ambiental, a chamada Lei de Crimes Ambientais, ou Lei da Natureza (Lei N.º 9.605 de 13 de fevereiro de 1998), estabeleceu sanções penais para pessoas físicas ou jurídicas que cometam crimes em detrimento do patrimônio ambiental. A referida lei classifica os crimes em seis tipos diferentes: crimes contra a fauna; contra a flora; poluição e outros crimes ambientais; crimes contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural; crimes contra a administração ambiental e infrações administrativas.

Poluição

Caracteriza-se poluição aquela que provoque ou possa provocar danos à saúde, mortandade de animais e destruição da flora. Também é crime a poluição que torne locais impróprios para uso ou ocupação humana, a poluição hídrica que interrompa o abastecimento público e a não adoção de medidas preventivas em casos de risco ambiental.

Poluição hídrica e Lei das águas

Poluição hídrica é todo ato que lance produto que provoque a alteração das características da água e a torne imprópria para o uso. Desta forma, poluição hídrica é a que envolve os recursos hídricos, superficiais e/ou subterrâneos, de água doce e/ou salgada. A contaminação de praias, córregos, mananciais, rios e lençóis freáticos por lixões, esgotos, agrotóxicos, resíduos industriais, atividade mineradora clandestina, dentre outros delitos, são exemplos mais comuns deste crime ambiental.

Os crimes ambientais acerca da água são regidos pela Política Nacional de Recursos Hídricos - Lei nº 9.433/1997. A mesma ressalta que pode ocorrer o lançamento de esgotos e demais resíduos líquidos ou gasosos, tratados ou não, desde que obedeça aos critérios estabelecidos e tenha a outorga necessária.

E agora, você saberia dizer se a sua empresa está dentro da lei? Sabemos o quão ampla e complexa é essa questão. Deste modo, saiba mais sobre seus direitos e deveres acompanhado a legislação completa no endereço www.planato.gov.br ou no site do IBAMA, e contribua assim para um meio ambiente melhor para todos!

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Tags: Meio Ambiente Lei, Legislação Ambiental

Poluição da água: quais são as principais causas e como resolver?

A poluição de oceanos e rios não é um risco apenas para a natureza. Além de prejudicar a fauna e a flora, a poluição das águas interfere diretamente na saúde das pessoas.

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Tags: saneamento básico, Legislação Ambiental, Descarte de Efluentes, qualidade da água, soluções ambientais

TOP 5 - Conheça as Vantagens de Encaminhar seus Efluentes para Tratamento

No contexto atual, em que a conscientização ambiental está cada vez mais inserida no debate da sociedade e também do mundo corporativo, a adoção de práticas sustentáveis é medida cada vez mais considerada por negócios de todos os setores. É neste ponto que podemos nos referir ao tratamento de efluentes e sua grande importância para a consolidação de uma imagem verde por parte das indústrias e para a minimização dos danos ao meio ambiente, evitando uma série de graves consequências ocasionadas pelo descarte inadequado de resíduos em rios e lagos. Os processos industriais demandam um grande volume de água, o que só evidencia a grande geração de resíduos ao final das atividades produtivas, além da urgência de correto encaminhamento dos mesmos. Lembre-se que todo este líquido produzido tem um grande impacto poluente nos corpos d’água, informação retificada por estudo da Fundação Getúlio Vargas ao qual nos referimos neste artigo.

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Tags: licenciamento ambiental, ISO 17025, Legislação Ambiental, ISO 14001, serviços ambientais, ISO ambiental, o que é ISO 17025

Legislação sobre tratamento de efluentes é rigorosa

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Tags: licenciamento ambiental, Meio Ambiente Lei, Legislação Ambiental